Estudante denuncia casa de preconceito e perseguição na UNEB

Abr 10

Cleide Lopes Barboza Lino denunciou a prática de preconceito e perseguição na unidade de Seabra

Estudante do curso de letras do Campus XXIII da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), Carla Cleide Lopes Barboza Lino denunciou a prática de preconceito e perseguição na unidade de Seabra (a 450 km de Salvador).

Segundo a denunciante, o primeiro fato ocorreu em 2015, quando ela tentava renovar um estágio remunerado. “A diretora e a coordenadora do curso de letras disseram para minhas colegas que eu não precisava do estágio, porque eu sabia cozinhar, fazer bolo e faxina”. “Essa alusão de que eu sei fazer serviços domésticos e por isso não preciso de estágio remete ao período que trabalhei na casa de professores da Uneb, entre 2005 e 2013. Elas tentaram me diminuir como pessoa, como se eu fosse relegada a cumprir este papel e não fosse digna de cursar uma faculdade”, reclamou.

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